Santiago está longe de ter o mesmo clima natalino que vemos no Brasil. São poucos os enfeites se compararmos com a overdose de luzinhas e papais noéis que temos. Músicas de Natal então, não ouvi em nenhum lugar até agora.
Hoje lembrei que era Natal. Quando fui descer do ônibus, arrisquei um "Feliz Navidad" ao motorista. Ele ficou tão contente! E consequentemente, eu também. Acho que isso realmente não é comum por aqui.
Feliz Natal a todos! Aproveitem bem com suas famílias se estiverem perto, ou lembrando dela se estiverem longe. É o que vou fazer hoje!
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
A novela da mochila
No post anterior comentei sobre a minha mochila nova, que chegou do Atacama com a alça arrebentada. Bueno, na segunda-feira fui levar a mochila pra arrumar. Me falaram que era fácil, que ficava pronto no dia seguinte já, que era só passar pra buscar. Não fui na terça buscar, dei um tempo a mais para não acontecer de chegar e não estar pronto. Ontem liguei avisando que ia buscar, e o que aconteceu? Não estava pronto, lógico! Falaram que o prazo normal é de 15 dias, sendo que no papel que me deram falava que podia buscar no dia seguinte. Expliquei minha situação de novo, que estou indo viajar e que não podiam mudar o prazo dessa forma. Então me falaram que hoje de manhã podia passar para buscar que iam aprontar.
Os serviços em Santiago não funcionam muito bem, o atendimento aparentemente é bom, pois são todos muito simpáticos, mas não é de fato eficiente. Nos restaurantes, por exemplo, os garçons nunca anotam os pedidos, e claro que acabam esquecendo de trazer algumas coisas. Mas enfim, ontem me alertaram para antes de ir lá buscar a mochila, ligar para confirmar que realmente estava pronta.
Hoje de manhã acordei cedo, às 10h que é o horário que eles abrem liguei e me falaram que já estava pronto. Nem acreditei! Peguei o ônibus, desci no ponto do Mall Alto Las Condes e fui na loja. Chegando lá, o que me dizem?
- A Sra. precisa para hoje? Podemos entregar amanhã ou semana que vem.
- Não! Vocês não estão entendendo! Liguei pra cá e me confirmaram que estava pronto, fiz a descrição da mochila e me falaram que estava aqui, como agora não está? Viajo amanhã, preciso dela hoje pra arrumar minhas coisas! E não tenho mais como voltar aqui.
- Não tem problema senhora, entregamos no seu endereço. Até que horas a Sra. precisa? Quanto maior o prazo que nos der, melhor!
- Preciso de no máximo até às 14h!
Saí dali com vontade de chorar de raiva, e já pensando como ia fazer pra receber, porque não iam me entregar até às 14h, certo! Dei uns 20 passos e toca meu telefone:
- Sra., acabamos de receber a sua mochila, a Sra. pode voltar para retirar?
Os serviços em Santiago não funcionam muito bem, o atendimento aparentemente é bom, pois são todos muito simpáticos, mas não é de fato eficiente. Nos restaurantes, por exemplo, os garçons nunca anotam os pedidos, e claro que acabam esquecendo de trazer algumas coisas. Mas enfim, ontem me alertaram para antes de ir lá buscar a mochila, ligar para confirmar que realmente estava pronta.
Hoje de manhã acordei cedo, às 10h que é o horário que eles abrem liguei e me falaram que já estava pronto. Nem acreditei! Peguei o ônibus, desci no ponto do Mall Alto Las Condes e fui na loja. Chegando lá, o que me dizem?
- A Sra. precisa para hoje? Podemos entregar amanhã ou semana que vem.
- Não! Vocês não estão entendendo! Liguei pra cá e me confirmaram que estava pronto, fiz a descrição da mochila e me falaram que estava aqui, como agora não está? Viajo amanhã, preciso dela hoje pra arrumar minhas coisas! E não tenho mais como voltar aqui.
- Não tem problema senhora, entregamos no seu endereço. Até que horas a Sra. precisa? Quanto maior o prazo que nos der, melhor!
- Preciso de no máximo até às 14h!
Saí dali com vontade de chorar de raiva, e já pensando como ia fazer pra receber, porque não iam me entregar até às 14h, certo! Dei uns 20 passos e toca meu telefone:
- Sra., acabamos de receber a sua mochila, a Sra. pode voltar para retirar?
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| Eu e ela! |
Ufa! Foi meu presente de Natal não ter que ficar preocupada o dia inteiro com isso hoje! Mala na mão, agora é só fazer uma nova seleção do que vai e do que fica e botar tudo dentro. Não ficou tão bom como era originalmente, mas melhor do que nada. A partir de amanhã, seremos só nós duas pela estrada, do outro lado do mundo. :)
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Back to Santiago!
16h (17h em Brasilia)
Não tinha postado nada antes sobre Santiago, mas foi por aqui que minha viagem começou. Estou ficando na casa da Rita, minha amiga e colega de colégio desde os 5 anos de idade. Ela mora em Las Condes, numa região super boa da cidade. Tem sido minha base no Chile pra ir pros outros cantos do país.
Santiago fica aos pés da cordilheira dos Andes, o que dá uma beleza especial a cidade. É grande, tranquila e bastante limpa comparando com outras cidades que conheço da América Latina. Me sinto segura andando por aqui, e acho que realmente é! Moraria aqui facilmente.
Bom, no sábado voltei pra cá. Meu voo foi bom (a Lan, em voos curtos, ao invés de servir barrinha de cereal como no Brasil, serve alfajor Havana! :) Tri bom!), mas minha mochila nova que comprei pra viagem chegou com uma alça arrebentada. Saco! Fui falar com a cia. aérea e me ofereceram 15 dólares pra compensar. Claro que não aceitei, não dá pra arrumar com 15 dólares, e consegui um voucher pra levar a mochila até o local do concerto, que também fica em Las Condes, e tentar com eles um prazo mais rápido de entrega (já vou pra Nova Zelândia no dia 25, não podia demorar muito pra ficar pronta). Ontem levei lá e fica pronto amanhã, então no fim acho que vai dar tudo certo.
Cheguei em Santiago no mesmo horário que mais duas amigas da Rita, que vieram de férias, passar 4 dias. Anteontem fomos conhecer Valparaíso e Viña del Mar, já tinha ido a uns anos atrás mas não lembrava direito. Valeu a pena ter ido de novo! Em Valparaiso, fomos conhecer "La Sebastiana", a casa do poeta Pablo Neruda, e em Viña aproveitamos um pouco a praia (apesar do vento frio!).
Não tinha postado nada antes sobre Santiago, mas foi por aqui que minha viagem começou. Estou ficando na casa da Rita, minha amiga e colega de colégio desde os 5 anos de idade. Ela mora em Las Condes, numa região super boa da cidade. Tem sido minha base no Chile pra ir pros outros cantos do país.
| Las Condes. |
Bom, no sábado voltei pra cá. Meu voo foi bom (a Lan, em voos curtos, ao invés de servir barrinha de cereal como no Brasil, serve alfajor Havana! :) Tri bom!), mas minha mochila nova que comprei pra viagem chegou com uma alça arrebentada. Saco! Fui falar com a cia. aérea e me ofereceram 15 dólares pra compensar. Claro que não aceitei, não dá pra arrumar com 15 dólares, e consegui um voucher pra levar a mochila até o local do concerto, que também fica em Las Condes, e tentar com eles um prazo mais rápido de entrega (já vou pra Nova Zelândia no dia 25, não podia demorar muito pra ficar pronta). Ontem levei lá e fica pronto amanhã, então no fim acho que vai dar tudo certo.
Cheguei em Santiago no mesmo horário que mais duas amigas da Rita, que vieram de férias, passar 4 dias. Anteontem fomos conhecer Valparaíso e Viña del Mar, já tinha ido a uns anos atrás mas não lembrava direito. Valeu a pena ter ido de novo! Em Valparaiso, fomos conhecer "La Sebastiana", a casa do poeta Pablo Neruda, e em Viña aproveitamos um pouco a praia (apesar do vento frio!).
| Valparaiso. |
| Viña del Mar. Rita, eu, Kalinca e Larissa. |
Deserto do Atacama, último dia
17/12/2010, 15h (16h em Brasilia)
Esse é meu quarto e último dia e não consegui escrever antes, por dois motivos: falta de tempo e cansaço. Toda energia que tinha na Ilha de Pascoa que saía sei lá de onde, para caminhar durante o dia inteiro e a noite ficar conversando com o pessoal até tarde no camping, me foi tirada aqui. A altitude mata. Me dá sono, dor de cabeça e falta de ar. Isso não significa que eu não esteja gostando, mas não conseguiria viver aqui jamais. O ar é super seco, de dia faz muito calor por causa do sol e a noite bastante frio. Se não fosse pela Rita que me emprestou botas e um casacão, não sei como sobreviveria aqui. Já fiz todos os principais passeios, os que eu mais gostei foram o de hoje e o do primeiro dia.
A tarde fui na laguna Cejar, uma lagoa que contém 30% de sal, só perdendo em quantidade para o Mar Morto (que tem aproximadamente 40%). A água não é muito fria, dá pra ficar boiando e depois que se sai e a água evapora, o corpo fica todo branco e o cabelo duro de sal.
No dia seguinte pela manhã dei uma volta de bicicleta na cidade e a tarde fui no Vale de la Luna e Vale de la Muerte.
A cidade é bonitinha, tem só 2 mil habitantes e é cheia de restaurantes e agências de turismo.
Ontem fui conhecer as lagunas altiplânicas e salar. Pela manhã visitei essas lagoas salgadas (Salar de Atacama) cheias de flamingos, e a tarde passei pela cidadezinha de Socaire (que foi importante antigamente devido as suas minas de ouro) e pelas lagunas Miscanti e Meñique. São parecidas entre si, antigamente eram uma lagoa só, mas foram divididas devido a uma erupção vulcânica. A Miscanti é a primeira que se vê, maior que a outra.
Hoje fui no meu segundo passeio favorito, nos Geysers del Tatio. O ônibus passou às 4h da manhã pra me buscar para chegar nos geysers a tempo de ver eles em ação. São umas 2 horas de viagem, e um frio de -7º C. Os geysers são basicamente buracos no chão de onde saem vapores d’água que alcançam até 10 metros de altura. Eles saem a aproximadamente cada 10 minutos, e cada vapor tem a duração de uns 12 segundos.
Hoje a noite vou fazer um tour pra ver as estrelas, parece ser legal, são vários telescópios no meio do deserto com uma aulinha sobre constelações. Depois conto como foi!
Esse é meu quarto e último dia e não consegui escrever antes, por dois motivos: falta de tempo e cansaço. Toda energia que tinha na Ilha de Pascoa que saía sei lá de onde, para caminhar durante o dia inteiro e a noite ficar conversando com o pessoal até tarde no camping, me foi tirada aqui. A altitude mata. Me dá sono, dor de cabeça e falta de ar. Isso não significa que eu não esteja gostando, mas não conseguiria viver aqui jamais. O ar é super seco, de dia faz muito calor por causa do sol e a noite bastante frio. Se não fosse pela Rita que me emprestou botas e um casacão, não sei como sobreviveria aqui. Já fiz todos os principais passeios, os que eu mais gostei foram o de hoje e o do primeiro dia.
| Eu, Vladimir e Yesith, amigo e vizinho. |
No primeiro dia, cheguei pela manhã em Calama, peguei ônibus até San Pedro (uma hora e meia de viagem, aproximadamente) e fui me encontrar com o Vlass, o colombiano que está me hospedando durante este tempo que estou aqui. Gente boa, me recebeu super bem e como trabalha em uma agência de turismo, já me ajudou também com os passeios e com tudo que tenho que fazer por aqui.
Depois, se passa pelos Ojos del Salar, que são como poços de água doce (ou menos salgadas), pra poder tirar o sal do corpo. Muito bonita as paisagens, com a cordilheira dos Andes ao fundo.
No dia seguinte pela manhã dei uma volta de bicicleta na cidade e a tarde fui no Vale de la Luna e Vale de la Muerte.
| Vale de la Muerte, e eu com cabelo de Cebolinha na Pedra do Coiote. |
| Vale de la Luna. |
A cidade é bonitinha, tem só 2 mil habitantes e é cheia de restaurantes e agências de turismo.
Ontem fui conhecer as lagunas altiplânicas e salar. Pela manhã visitei essas lagoas salgadas (Salar de Atacama) cheias de flamingos, e a tarde passei pela cidadezinha de Socaire (que foi importante antigamente devido as suas minas de ouro) e pelas lagunas Miscanti e Meñique. São parecidas entre si, antigamente eram uma lagoa só, mas foram divididas devido a uma erupção vulcânica. A Miscanti é a primeira que se vê, maior que a outra.
| Alguns bichinhos do deserto. Gaivota, |
| Zorro |
| e Vicuña. |
Hoje fui no meu segundo passeio favorito, nos Geysers del Tatio. O ônibus passou às 4h da manhã pra me buscar para chegar nos geysers a tempo de ver eles em ação. São umas 2 horas de viagem, e um frio de -7º C. Os geysers são basicamente buracos no chão de onde saem vapores d’água que alcançam até 10 metros de altura. Eles saem a aproximadamente cada 10 minutos, e cada vapor tem a duração de uns 12 segundos.
| Me aquecendo em um geyser. Frio de -7 graus! |
| Geysers del Tatio. |
Hoje a noite vou fazer um tour pra ver as estrelas, parece ser legal, são vários telescópios no meio do deserto com uma aulinha sobre constelações. Depois conto como foi!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Vulcões, praias e moais
13:30 (16:30 em Brasilia)
Hoje é meu quarto dia aqui na ilha, o primeiro dia que tenho mais tempo livre e que chove. To até achando bom, porque quero dar uma dormida agora a tarde e assim dá pra encarar a barraca, que não fica na sombra. Acordamos cedo hoje (às 5h) para ver o nascer do sol por detrás dos moais de Tongariki, os mais famosos. Lindo, lindo!
É a segunda vez que vamos até lá, mas não dá pra cansar de olhar pra eles. Arrisco até a dizer que me impressionaram mais do que as 3 grandes pirâmides do Egito, cada um de um tamanho diferente, com uma cara diferente. Deve existir alguma razão pra isso, mas pouco se sabem sobre eles, devido as diversas invasões que a ilha já sofreu e a dizimação dos rapa nui. Uma pena. Fica a curiosidade, e que cada um crie sua própria teoria. Pela quantidade de moais que eu já vi até agora, a minha é a de que eles queriam cercar toda a ilha com eles, como uma forma de proteção. Além dos moais de pé, tem centenas tombados (derrubados em batalhas entre tribos), muito inacabados ainda encravados na pedra e outros prontos mas que nunca foram levados aos seus destinos certos. A fábrica de moais se chama Rano Raraku, um vulcão extinto. Olhando de longe, parece que os moais estão descendo o vulcão, e dá a impressão de que a qualquer hora vão sair da terra.
Outro vulcão legal que fomos no primeiro dia é o Rano Kau. Meu primeiro vulcão, nunca tinha visto um antes! Chegamos até ele por uma trilha, 1h30 mais ou menos de caminhada. Dentro dele tem um lago de água doce, o que faz com que ele seja mais bonito que os outros que vi aqui na ilha, além de ter uma cratera enorme!
E concluindo o post resumido, aí vai uma fotinho da praia de Anakena, a mais bonita daqui. O mar é super azul, dá pra ver os peixinhos no fundo, e a água tem a temperatura ideal pro clima daqui.
Hoje é meu quarto dia aqui na ilha, o primeiro dia que tenho mais tempo livre e que chove. To até achando bom, porque quero dar uma dormida agora a tarde e assim dá pra encarar a barraca, que não fica na sombra. Acordamos cedo hoje (às 5h) para ver o nascer do sol por detrás dos moais de Tongariki, os mais famosos. Lindo, lindo!
| Os 15 moais, Tongariki. |
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| Os moais descendo a ladeira. |
| Eu no vulcão. |
E concluindo o post resumido, aí vai uma fotinho da praia de Anakena, a mais bonita daqui. O mar é super azul, dá pra ver os peixinhos no fundo, e a água tem a temperatura ideal pro clima daqui.
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| Entrada da praia de Anakena. |
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Ilha de Páscoa: Cheguei!!!
Ilha de Pascoa, 9h (12h em Brasilia)
Indescritível a sensação de chegar na Ilha de Pascoa, de saber que se está no lugar habitado mais isolado do mundo! Quer dizer, se a ilha afundar, não tem pra onde nadar em volta. São 5 horas e meia de voo de Santiago a Rapa Nui (nome polinésio da Ilha), do avião se vê um pequeno pedaço de terra, com três vulcões, um em cada ponta do triângulo, e pouquíssimas casas concentradas próximas a um deles. São só 4.200 habitantes. O aeroporto são só 2 pistas, e ao descer já se sente o cheiro de mato que tem por toda parte.
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| No aeroporto da Ilha de Pascoa, chegando. |
Os hotéis e albergues estão todos lá esperando, com colares de flores, pra recepcionar os turistas e levar até seus estabelecimentos. Estou ficando em um camping, e na van já conheci o pessoal que estava vindo pra cá também: um casal de italianos, um de escoceses, uma alemã e um cara da Etiópia. Todos viajando assim como eu, mas por períodos maiores. Passei o dia com os escoceses, e já combinamos de alugar carro juntos para conhecer a ilha (em três, é mais barato do que alugar uma bicicleta pra cada um). Ontem como chegamos a tarde não dava tempo de fazer muita coisa, então demos uma caminhada aqui por perto, fomos a uma pequena prainha e vimos muitos moais. Achei que só fosse encontrar aqueles 15 enfileirados, que se vê nos cartões postais, mas eles estão espalhados por toda a ilha!
| Camping, na beira do mar. A casa no fundo é onde fica a cozinha. |
O camping é bem legal. Apesar de não ter nenhuma sombra e as barracas ficarem todas no sol, como está na beira do mar venta bastante, e a noite dá até pra se cobrir. Não precisa ter barraca pra ficar aqui, eles alugam a barraca com colchão e saco de dormir. Eu acabei comprando um pra mim, porque achei mais higiênico e porque material de acampamento é barato demais em Santiago (o saco de dormir me custou aproximadamente R$ 23,00). Tem uma cozinha comunitária bem limpinha e organizada. Tem que tirar o sapato pra entrar e cada um tem um armário com chave, com um prato raso, um de sopa e uma caneca. Em todas as peças tem gravado o número do armário, assim se alguém deixar algo sujo na pia dá pra saber quem foi.
Planos de conhecer toda a ilha durante minha estada aqui, começando agora! Vou conhecer o primeiro vulcão, Orongo. Quando der posto umas fotos!
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